Mulheres Contemporâneas – uma análise da Psicologia de Imagem

Com o avanço e amadurecimento das gerações, as mulheres foram ganhando maior credibilidade e espaço no mundo dos negócios. O desejo de realizarem-se profissionalmente era mais pela ocupação de novos papéis sociais, papéis que fossem além de mãe e esposa. Trabalhar fora de casa, para a mulher, se tornou uma forma de independência financeira e igualdade em relação ao homem.

“O fato de trabalharem fora e serem independentes financeiramente, as coloca em patamar de igualdade em uma relação afetiva e na constituição familiar. O que, sem dúvida, eleva a sua auto-estima, segurança e liberdade de escolha de um estilo de vida.” – comenta a psicóloga de imagem Marjorie Vicente.

Apesar de seus aspectos positivos, conciliar a vida no trabalho e a vida dentro de casa. Filhos, marido, compras no mercado e ainda um tempo para descanso consomem horas e dedicação. Marjorie explica que se a mulher conquistou a independência financeira e um papel social na economia do país, não cabe mais ela carregar sozinha essa responsabilidade. O que promove excelentes ganhos, entre eles, a participação mais ativa do pai no convívio com as crianças. Os papéis antes determinados “papai traz dinheiro para casa e mamãe cuida das crianças” não condizem mais com a nossa realidade.

Com a ajuda do parceiro dentro de casa, as mulheres que antes não se preocupavam tanto com uma aparência impecável, hoje usam seu tempo livre para se arrumar. “Depois de terem filhos, muitas esquecem que são mulheres e passam a se ver como mãe em tempo integral. Já a mulher que trabalha fora, além do seu papel de mãe, ela tem um papel a cumprir com a sociedade, é também uma profissional e precisar agir de acordo com isto” – conta a psicóloga de imagem.

Segundo pesquisa do IBGE, mais de 70% das mulheres concordam que cuidar da casa e dos filhos cansa mais do que trabalhar fora. A psicóloga de imagem explica que à medida que ficam em casa, a cobrança é maior. Estar em casa, passa a imagem de “estar sem nada para fazer”. Normalmente estas mulheres acabam por fazer pares com maridos que ainda carregam uma postura machista, em que se colocam como provedores do lar e a esposa como mantenedora da ordem.

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