Bode expiatório?!?!

Ontem postei uma enquete sobre a expressão “bode expiatório”… a resposta foi unânime… todos já ouviram falar a respeito. Mas, será que já vivenciaram esta situação também? 🤔

Fiquei pensando o quanto a Maternidade é uma (grande) oportunidade de palco para esta questão com diferentes personagens… 💡

Um adulto que carrega uma criança ferida por falta de amor pode não entender e criticar duramente a sua entrega e doação a um filho… o que ele precisa é reconhecer e acolher a própria dor, se permitir a oportunidade de ressignifica-la e tornar mais “suportável” e até harmônica a sua exposição a este maternar. 🤰🏼

Assim como uma atitude do seu filho que te tire do sério… quem sabe os “250 Mamães” do dia… podem te lembrar do quanto você está precisando fazer algo que seja só por você… que dure 10 minutos, uma hora ou meio período… o que for possível e o que fizer sentido… o problema não está no seu filho, mas, no que você não se permite. 😬

A grande questão aqui está em se voltar pra dentro ao invés de apontar o dedo pra fora… O QUÊ no outro tanto me incomoda? POR QUÊ me incomoda? 🤷‍♀️🤷🏻‍♂️

A Maternidade (própria ou alheia) coloca luz em muita poeira que por anos ficou escondidinha debaixo do tapete, mexe com o cenário, muda o status social e os papéis familiares… e, facilmente, a colocamos no lugar de bode expiatório. Não é ela o bode expiatório, e sim, o movimento de esquiva de todos estes anos… 🐐

Culpabilizar algo ou alguém pode até trazer algum alívio temporário, mas, te mantêm refém do que VOCÊ VIU e insiste em NÃO ENXERGAR! 👀🙇🏻‍♀️

Vamos pensar a respeito?! Estou aqui para te ajudar! 

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